Título: "Era Espacial", escultura de Alexandre Wakenwith, conhecida como Berimbau
Detalhes
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Marcel Gautherot
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"Era Espacial", escultura de Alexandre Wakenwith, conhecida como Berimbau
(Título atribuído)
Marcel Gautherot (Autoria)
circa 1973(Data de produção)
1973 - 1975(Datas-limite)
"Era Espacial", escultura de Alexandre Wakenwith, em bronze e com dimensão de 15 metros. Situa-se em frente à Torre de TV e é popularmente conhecida como o Berimbau, fica em frente da torre de televisão, inaugurada em 9 de março de 1967.
Fotografia - Papel
GELATINA/ Prata
P&B
6(altura) x 6(largura)(imagem)
Escultura, Arquitetura, Arte, Externa, Diurna
Reproduzido a partir do contato, não possui negativo.
http://www.panoramio.com/photo/83845337
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
Building Brasilia Marcel Gautherot, Kenneth Frampton, Thames & Hudson, 2010.
As construções de Brasília, IMS, 2010
O fotógrafo parisiense Marcel Gautherot (1910-1996), de origem proletária, fez um curso noturno de decoração e, em seguida, estudou dois anos arquitetura, na École Nationale Supérieure des Arts Decoratifs. Participou em 1936 da instalação do Museu do Homem em Paris. Influenciado pela leitura do romance "Jubiabá", de Jorge Amado, veio pela primeira vez ao Brasil, em 1939. No ano seguinte, após uma rápida permanência no Senegal, devido à Segunda Guerra Mundial, retornou ao Brasil, onde morou até sua morte, em 1996. Trabalhou para o SPHAN, Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, na época, dirigido por Rodrigo Melo Franco de Andrade e para a Sul-América. Colaborou com o arquiteto Oscar Niemeyer, tendo sido um dos mais importantes fotógrafos de Brasília. Também trabalhou com Burle Marx e Lucio Costa, tendo convivido com a elite intelectual do país. Viajou por todas as regiões do Brasil registrando fotograficamente a arquitetura, a arte, o folclore, a cultura popular e os tipos brasileiros. Foi considerado pelo poeta Carlos Drummond de Andrade um "notável documentador da vida brasileira". Deixou como legado de sua obra cerca de 25 mil negativos, incorporados ao acervo do IMS em 1999.
Instituto Moreira Salles
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