Título: Pavilhão dos Estados da Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 e Santa Casa de Misericórdia; tomados da esplanada do Morro do Castelo
Título: Pavilhão dos Estados da Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 e Santa Casa de Misericórdia; tomados da esplanada do Morro do Castelo
Detalhes
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Instituto Moreira Salles
Instituto Moreira Salles > GUILHERME SANTOS > Pavilhão dos Estados da Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 e Santa Casa de Misericórdia; tomados da esplanada do Morro do Castelo
Castello parte arrasada, vista para Santa Luzia
(Título original)
Pavilhão dos Estados da Exposição Internacional do Centenário da Independência de 1922 e Santa Casa de Misericórdia; tomados da esplanada do Morro do Castelo
(Título atribuído)
Guilherme Santos (Autoria)
circa 1922(Data de produção)
1921 - 1923(Datas-limite)
Diapositivo - Vidro
GELATINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
4,5(altura) x 11(largura)(imagem)
Exposição Internacional do Centenário da Independência (1922), Arquitetura, Externa, Diurna, Rua Santa Luzia (Rio de Janeiro), Centro da cidade
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
http://brasilianafotografica.bn.br/?p=14030#:~:text=Em%201904%2C%20durante%20a%20gest%C3%A3o,considerado%20um%20s%C3%ADmbolo%20degradado%20do
Guilherme Antônio dos Santos (Rio de Janeiro, 1871-1966), fotógrafo amador, foi um dos pioneiros da estereoscopia no Brasil ao introduzir o Verascope, um sistema de integração entre câmera e visor. Desenvolvido na França por volta de 1839, o Verascope tornou-se bastante popular entre os fotógrafos amadores e fotoclubes.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Esta imagem está em domínio público e com o download liberado. Por favor, citar o nome do autor seguido de Acervo Instituto Moreira Salles. O IMS não se responsabiliza por edições e usos que venham a difamar a propriedade intelectual da imagem.
Em domínio público
Guilherme Santos/Acervo Instituto Moreira Salles
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