Title: Sede do jornal O Paiz
Details
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Instituto Moreira Salles
Instituto Moreira Salles > GUILHERME SANTOS > Sede do jornal O Paiz
O Paiz Avenida Rio Branco
(Título original)
Sede do jornal O Paiz
(Título atribuído)
Guilherme Santos (Autoria)
circa 1927(Data de produção)
1922 - 1932(Datas-limite)
O Paiz foi um jornal diário de grande circulação lançado em 1º de outubro de 1884, no Rio de Janeiro (RJ), por João José dos Reis Júnior, o conde de São Salvador de Matozinhos. Conservador e de grande expressão, considerado o mais robusto órgão governista da República Velha, foi um dos maiores formadores de opinião na política e na sociedade brasileiras entre o fim do século XIX e o começo do século XX. Durou até 18 de novembro de 1934, quando foi fechado pela Revolução de 1930.
Fotografia publicada no portal Brasiliana Fotográfica.
Diapositivo - Vidro
GELATINA/ Prata
MONOCROMÁTICA
4.5(height) x 11(width)(imagem)
Aspectos urbanos, Arquitetura, Automóvel / Carro, Edifícios e prédios, Externa, Diurna, Avenida Rio Branco (Rio de Janeiro)
Fotografia geolocalizada para o projeto ImagineRio: https://www.imaginerio.org/pt
https://bndigital.bn.gov.br/artigos/o-paiz/
Guilherme Antônio dos Santos (Rio de Janeiro, 1871-1966), fotógrafo amador, foi um dos pioneiros da estereoscopia no Brasil ao introduzir o Verascope, um sistema de integração entre câmera e visor. Desenvolvido na França por volta de 1839, o Verascope tornou-se bastante popular entre os fotógrafos amadores e fotoclubes.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
Santos interessou-se pela técnica da estereoscopia em 1905, durante uma viagem a Paris, onde adquiriu o equipamento fotográfico com o qual registrou intensamente a paisagem urbana e os habitantes do Rio de Janeiro. A então capital federal passava por radicais transformações provocadas pela reforma de Pereira Passos, prefeito entre 1902 e 1906. Elas coincidem com o período mais intenso da produção de Guilherme Santos, entre os anos de 1910 e 1958. Além do cotidiano, das festas e dos acontecimentos da capital - com destaque para o carnaval de rua, o voo do Graf Zeppelin e o desmonte do Morro do Castelo -, as séries sob a guarda no Instituto Moreira Salles incluem ainda panoramas, paisagens rurais e de regiões serranas brasileiras, fotografia erótica e experimental.
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Em domínio público
Guilherme Santos/Acervo Instituto Moreira Salles
Liberado para uso de natureza cultural
